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Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório
O coração de Caldas da Rainha, onde a história da cidade começou em 1484, e as aldeias rurais do Coto e de São Gregório.
Fotografia: GoCaldas
Sobre Nossa Sª do Pópulo, Coto e São Gregório
A União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório junta o centro da cidade de Caldas da Rainha e duas localidades vizinhas.
Com mais de 16 mil habitantes, Nossa Senhora do Pópulo é a freguesia mais populosa do concelho. Foi aqui que a história da cidade começou, com a fundação do Hospital Termal e da igreja de Nossa Senhora do Pópulo. É também aqui que ficam muitos dos ícones da cidade: a Praça da Fruta, o Parque D. Carlos I, as capelas de São Sebastião e do Espírito Santo, os museus José Malhoa, do Hospital e das Caldas e do Ciclismo, o Jardim de Água de Ferreira da Silva e o grande palco da cidade, o Centro Cultural e Congressos.
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O Coto, a cerca de quatro quilómetros do centro, tem cerca de 1500 habitantes e remonta pelo menos ao século XIV. Destacam-se a capela de São Jacinto, do século XVIII, e a Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Anjos, do século XVII.
São Gregório, com cerca de 1000 habitantes, é uma zona de grande influência rural que até 1985 se chamava São Gregório de Fanadia. O seu principal marco é a capela de São Gregório de Fanadia, à entrada da localidade.
O que ver
Igreja de Nossa Senhora do Pópulo
A igreja data da fundação do Hospital Termal, em 1484. A sua arquitetura mistura o Gótico e o Manuelino, ainda no início.
Hospital Termal
Os especialistas apontam-no como provavelmente o primeiro hospital termal do mundo, não pelos banhos, mas por juntar o tratamento pelas águas ao acompanhamento médico.
Parque D. Carlos I
Um dos parques românticos mais bonitos do país, com um lago onde se pode andar de barco, um museu e dezenas de estátuas. Ideal para passear sozinho, a dois ou em família.
Praça da Fruta
O único mercado a céu aberto em Portugal que funciona todos os dias do ano. Na sua calçada portuguesa encontra fruta e legumes frescos, pão, queijo, enchidos e doçaria tradicional do Oeste.
Museu José Malhoa
A casa da obra de José Malhoa, um dos grandes pintores portugueses, e do maior trabalho em cerâmica de Bordalo Pinheiro, A Paixão de Cristo.
Museu do Hospital e das Caldas
A sua coleção conta a história do Hospital Termal, com painéis de azulejos, pinturas, cerâmica e o Livro do Compromisso.
Museu do Ciclismo
Uma vasta coleção dedicada ao ciclismo e uma sala para exposições temporárias.
Centro Cultural e Congressos (CCC)
O grande palco da cidade e um dos melhores do Oeste, com música, teatro, dança e comédia, um espaço de exposições e um restaurante-bar.
Jardim de Água
Talvez a maior obra urbana em cerâmica, azulejo e ferro de Portugal, criada pelo mestre portuense Ferreira da Silva.
Capela de São Jacinto, Coto
Capela dedicada a São Jacinto, na localidade do Coto.
Igreja Paroquial do Coto
A Igreja Paroquial de Nossa Senhora dos Anjos, do século XVII.
Informação útil
Como chegar
Caldas da Rainha fica a cerca de uma hora de Lisboa pela autoestrada A8. A forma mais prática de conhecer as freguesias é de carro.
Estacionamento
Nas aldeias costuma ser fácil estacionar. No centro da cidade, use os parques de estacionamento à volta do centro e siga a pé.
Onde comer
Há restaurantes de comida tradicional por todo o concelho e muitos mais no centro de Caldas da Rainha.
Perguntas frequentes
O que ver no centro de Caldas da Rainha?
O Hospital Termal, a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, a Praça da Fruta, o Parque D. Carlos I, os museus José Malhoa, do Hospital e das Caldas e do Ciclismo e o Jardim de Água.
Que localidades fazem parte desta freguesia?
O Coto, a cerca de quatro quilómetros do centro, e São Gregório, uma localidade rural que antes se chamava São Gregório de Fanadia.
A Praça da Fruta abre todos os dias?
Sim. É o único mercado a céu aberto em Portugal que funciona todos os dias do ano.